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sábado, 8 de setembro de 2012

Inspirados em Isadora, "Diários de Classe" se multiplicam no Facebook

Em menos de dois meses, a estudante Isadora Faber, de 13 anos, conseguiu, por meio das redes sociais, pressionar o governo para conseguir melhorias importantes em sua escola. O sucesso da iniciativa da aluna, que conseguiu uma reforma de emergência na escola onde estuda e uniu pais, alunos e professores, tem servido de inspiração para crianças, adolescentes e jovens de todas as partes do país.
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Desde a quarta-feira (29), dezenas de páginas semelhantes foram criadas no Facebook para expor problemas como janelas quebradas, salas de aula sem ventilação e falta de professores. Muitas páginas tentam seguir o modelo do diário de Isadora.
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Desde que ganhou notoriedade, a estudante catarinense passou a receber também milhares de mensagens no seu perfil. A maioria é de alunos parabenizando-a e pedindo dicas de como criar uma página semelhante. Na tarde de terça-feira (4), por exemplo, Isadora tinha mais de 3 mil mensagens não lidas. Ela disse que às vezes tenta ler tudo. “Eu tento ler o máximo possível. Sempre tento responder para não ser mal-educada”, afirmou. Às vezes, ela também faz um único post respondendo às dúvidas de várias pessoas. O G1 visitou a estudante e lhe mostrou alguns exemplos de "Diários de classe" que surgiram no Facebook após a sua página ganhar destaque. São páginas criadas pelos internautas com o objetivo de mostrar os problemas de suas escolas de cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo, Bahia, Pará, Paraná, Paraíba, Minas Gerais e Santa Catarina.
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Um deles foi criado pela estudante Sâmia de Souza Araújo, de 15 anos, que cursa o 1º ano do ensino médio no Liceu de Humanidades de Campos, em Campos de Goytacazes (RJ). "Eu vi a reportagem no Fantástico de domingo e achei muito interessante. A Isadora é tão nova e teve coragem de fazer isso, falar sobre a escola dela. Não é só porque a escola é pública que não temos o direito de ter melhorias", afirmou Sâmia ao G1. A página foi criada por ela na noite de domingo (2) e, no dia seguinte, ela começou a angariar o apoio dos colegas. Já conseguiu a ajuda de uma amiga para produzir as fotos e vai contar com a divulgação dos alunos que coordenam a rádio do colégio e o grêmio estudantil.
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Sâmia conta que nunca teve aula de química, mesmo já tendo cursado mais de meio ano no ensino médio. "A gente pergunta e eles só dizem que não tem professor para dar aula", conta a aluna. Outra crítica é quanto à ventilação nas salas de aula. Segundo a adolescente, a direção diz que não pode instalar ar-condicionado porque o prédio do Liceu, fundado no século 19, é histórico. "Eles dizem que não podem, mas na secretaria tem ar-condicionado. E nós não queremos ar-condicionado, podem colocar ventiladores. Na minha sala, tem só um ventilador, e ele está quebrado."
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A mãe de Sâmia, a depiladora Giselle Pessanha de Souza, de 33 anos, afirmou que a história de Isadora a aproximou dos problemas da escola da filha. "Nem sabia que a escola estava com uma situação tão trágica quanto a da Isadora. Se ela não tem aula de química, como vai passar no vestibular? Falei para a Sâmia: 'Faz a página, quem sabe muda alguma coisa na sua escola'", disse ela. Segundo Giselle, o Liceu é um dos colégios mais conhecidos da cidade. "É um patrimônio histórico. Ela não tem todos os professores, mas tem professores muito bons. O Liceu não é 100% ruim, tem muita coisa boa. Eu não queria que ela saísse da escola, mas ela precisa melhorar."
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Fiação exposta
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 Na segunda-feira (3), um dia após criar seu "Diário de Classe", o estudante Pablo Emanuel Ferreira, de 15 anos, caminhou pela escola estadual em que estuda, em Jaraguá do Sul (SC), e registrou em fotos problemas de infraestrutura como fiação elétrica exposta caindo de buracos no teto, janelas e portas quebradas e paredes com pintura improvisada. “Eu acho que a gente talvez não consiga uma solução, mas pelo menos as pessoas vão ficar sabendo do que realmente está acontecendo. O patrimônio da escola está bem descuidado.”
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Pablo afirma que já conseguiu o apoio de vários colegas, mas ainda não teve coragem de comunicar os professores. “Não levei a ideia para frente ainda pelo receio de ter alguma briga, alguma coisa assim”. Morador do mesmo estado de Isadora, ele conta que teve a ideia ao ver a reportagem sobre a menina no Fantástico, mas afirma que a repercussão do diário da garota e o debate sobre a qualidade da educação e a participação dos estudantes na exigência de melhorias ainda não chegou à sua escola.
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Medo de prejuízo
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No Espírito Santo, uma estudante de 16 anos também teve a ideia de usar as redes sociais para denunciar as necessidades de melhorias em sua escola. Mas ela e a mãe, uma balconista de 39 anos, temem identificar a si mesmas e ao colégio para não sofrerem represálias. "Eu admiro a coragem e a atitude dela, mas desde que seja uma coisa que venha em melhoria da escola. Não quero que prejudique a escola, os professores e nem ela mesma", contou a mãe ao G1. A aluna, atualmente no segundo ano do ensino médio técnico em informática de uma escola estadual considerada de qualidade em Castelo (ES), diz que, quando entrou na escola, no início de 2011, ela já estava em uma reforma que ainda não acabou. "Só um terço da reforma está pronta", afirmou a aluna. "Todo mundo acha que o ensino lá é muito bom, porque é uma das melhores escolas. E é, mas ela também tem muitos problemas que têm que ser resolvidos."
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Durante todo o primeiro ano do ensino médio, a turma dela estudou em uma sala de aula improvisada no pátio do colégio. "Era uma estrutura de plástico com areia, não sei bem, e ficava perto das árvores. Quando chovia, entravam uns bichinhos que tinham um cheiro forte e ruim. Como o ginásio está em reforma, a educação física era sempre no pátio, e a única coisa que podíamos fazer era jogar vôlei", contou.
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Neste ano, a turma dela já foi instalada na parte renovada da escola, mas um problema ainda persiste, sem perspectiva de solução. A estudante faz parte de um grupo de cerca de 40 alunos de cursos do ensino técnico, que têm aulas em período integral duas vezes por semana, entre 7h e 12h e 13h25 e 17h30. Porém, o cardápio da escola estadual inclui duas merendas, às 9h e às 15h, nas quais é servido um almoço, com arroz, feijão e mistura. "Isso desregula totalmente a nossa alimentação, comemos almoço de manhã e à tarde e, na hora do almoço, às vezes recebemos um lanche, que geralmente é um biscoito e um suco."
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A mãe conta que já precisou levar comida para a adolescente. Segundo ela, hoje em dia apenas cerca de 10 alunos almoçam na escola, inclusive ela. "Os estudantes tentam encontrar parentes que moram perto para almoçar lá. Como eu moro longe, não tenho tempo de ir até em casa." A garota explicou que os alunos já tentaram conseguir melhorias diretamente com a direção, mas sempre ouviam as mesmas respostas. "A maioria dos problemas de que a gente reclama, a diretoria diz que está tentando resolver, mas que não pode porque o assunto é com a secretaria do estado", conta. Por isso, ela decidiu tentar conseguir o mesmo apoio público de Isadora para pressionar o governo a agir.
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As dicas de Isadora
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A estudante Isadora Faber achou válida a iniciativa dos alunos de mostrarem os problemas em suas escolas e deu algumas dicas para quem quer fazer uma página como a dela. "Tem que colocar fotos para poder provar o que está sendo falado. E é bom ir postando o material aos poucos, e não tudo de uma vez, para não ficar chato."
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A criadora do "Diário de classe" afirmou que não conhecia a página criada pela estudante Sâmia, sobre os problemas da escola Liceu de Humanidades de Campos, em Campos de Goytacazes (RJ). Ela diz que a página ainda tem pouco material. “Mas está no sentido da minha, mostrando o que está quebrado”.
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Sobre a página da escola de Jaraguá do Sul (SC), Isadora disse "está no caminho certo". A menina afirmou ainda que o diário sobre a escola de Castelo (ES) ainda precisa de ajustes. "As fotos não têm muitas explicações." A única página que a garota já conhecia era a da Escola Estadual de Ensino Médio Profº Pedro Augusto Porto Caminha (Eepac). Segundo ela, um professor da escola, que fica em João Pessoa, na Paraíba, a contatou via Facebook. Ela entrou na página e pediu que eles curtissem o "Diário de Classe" dela. “Os professores estão apoiando, isso é muito bom.”
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A menina explicou que é preciso evitar expor alunos e professores, e só citar nomes se for mesmo necessário. Um exemplo de quando foi preciso foi durante os posts sobre as aulas do professor de matemática, que acabou afastado pela Secretaria de Educação de Santa Catarina.
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Fonte: G1

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Garota de 13 anos mostra condições de sua escola no facebook

Da redação de O Tempo (MG)
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Isadora Faber é uma garota de 13 anos que resolveu contar como as coisas em sua escola em Florianópolis iam indo. Em julho deste ano ela criou a página Diario de Classe no Facebook, a página começou com Isadora postando coisas como falhas de manutenção e problemas do dia a dia. Hoje ela já tem mais de 9 mil seguidores.
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Em entrevista ao jornal estado de São Paulo, a mãe de Isadora conta que a filha tem sofrido represálias na escola por ter mostrado suas falhas. Ela não conta com o apois nem da direção da escola nem dos professores. Isadora diz que será jornalista quando crescer.
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Observação: A foto é reprodução do facebook e publicada pelo jornal
 
 

quinta-feira, 17 de março de 2011

Alunos enfrentam barro e goteira para estudar


Publicado no Super Notícia em 17/03/2011

Por JAQUELINE ARAÚJO

Nas salas de aula, estudantes convivem com goteiras no telhado, mofo e reboco se soltando
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Alunos do distrito de Andiroba, na cidade de Esmeraldas, região metropolitana de Belo Horizonte, estão encontrando dificuldades para estudar. O primeiro problema enfrentado é conseguir chegar à Escola Estadual João Nazário, já que a estrada que dá acesso ao local é de terra e está em péssimas condições por causa do barro causado pela chuva. Já na escola, os estudantes se deparam com os problemas na infra-estrutura do imóvel.

Após uma denúncia de um pai insatisfeito com a situação, a diretora da escola, Gilk Patente, que atende alunos do ensino fundamental, recebeu a reportagem do jornal Super Notícia e mostrou os problemas enfrentados pelos alunos. A escola, construída em 1968, está precisando com urgência de uma reforma. Com o período chuvoso, os problemas se tornam mais visíveis. Duas salas de aula estão com goteiras no teto, que está com pedaços soltos, manchas de mofo e, ainda, o reboco das salas está descascando. Os alunos da 7ª série precisam assistir às aulas amontoados próximos ao quadro para não serem atingidos pelas goteiras.

A instituição, além de receber os alunos do distrito de Andiroba, também é frequentada por estudantes dos bairros vizinhos como Vale do Bom Jesus e Melo Viana. São cerca de 25 km que os estudantes precisam percorrer entre asfalto e estrada de terra. Segundo a diretora Gilk, os alunos que saem dos bairros vizinhos não estão comparecendo às aulas desde a última segunda-feira devido à incapacidade de o transporte escolar chegar até a escola por causa dos atoleiros que se formaram nas estradas.

A ex-aluna da escola Ivny Cristina França, de 16 anos, que, desde o primeiro ano estudou na escola, conta que já sofreu para estudar no período das chuvas. "O teto da sala sempre estava pingando e tínhamos que ficar afastando as carteiras por causa das goteiras, além das poças de água que se formavam na sala", conta.

O motorista do ônibus que transporta os estudantes, Márcio Rodrigues de Freitas, de 44 anos, disse que passar nos atoleiros é um risco grande. "Em outro ano, tentei passar com os alunos e derrapou muito. Tive medo de que o veículo tombasse", contou.

Obras na estrada de terra só depois do período de chuva
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A Secretaria de Estado de Educação reconhece que a Escola Estadual João Nazário tem problemas urgentes e que precisa de reforma no telhado. Ontem, um engenheiro de obras compareceu à escola. Após um laudo feito por ele, um relatório deve ser enviado, no prazo de uma semana, para o setor de obras para ser providenciada uma recuperação emergencial.

A escola já havia feito, em 2008, um pedido de reforma geral, que incluía a construção de um refeitório, e entrou na lista de espera das escolas que pedem reformas. Sobre a situação das estradas que dão acesso à escola, a Secretaria de Obras e Transportes da Prefeitura de Esmeraldas informou que está ciente da situação, mas que só pode realizar uma ação efetiva após o período chuvoso. Ontem, foi enviada uma equipe ao local, onde se constatou que há três pontos críticos. Máquinas serão enviadas para recuperar o trecho após o fim das chuvas. (JA)

Foto de Charles Silva Duarte

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

NOTÍCIAS...

Ano letivo não começa para 1.600 alunos

por DOUGLAS COUTO, Jornal O TEMPO em 02 fev. 2011

Para fiscais da vigilância, não há condição sanitária para que escola receba alunos hoje

O ano letivo começa hoje com 1.600 alunos sem aula em Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte. Por causa das condições precárias, a Vigilância Sanitária da cidade interditou ontem a Escola Estadual Manoela Martins de Melo. Os pais apoiam a medida, mas temem prejuízos no calendário letivo dos filhos. Os fiscais reencontraram focos do mosquito da dengue em vários pontos da insituição de ensino. O telhado de um dos prédios se transformou num verdadeiro pombal, com penas e fezes.

Também foram achadas gambiarras na rede elétrica, que podem colocar em risco a vida dos estudantes. Há vazamentos nas salas de aulas e vidros de janelas quebradas. O local havia sido vistoriado no mês passado. Para a chefe da Vigilância Sanitária, Gisele Cristina Alves, a escola não tem condições de receber alunos. "Além dos focos de dengue e do pombal, as salas estão mofadas. Não há a menor condição higiênico-sanitária para funcionar. Enquanto todos os problemas não forem sanados, a instituição de ensino fica interditada", enfatizou.

Os problemas que levaram à interdição da escola foram denunciados há duas semanas por O TEMPO. Na época, a superintendente metropolitana da Secretaria de Estado da Educação, Maria Lúcia Martins, acompanhou a vistoria e garantiu recursos para a reforma. O valor de R$ 59,8 mil está empenhado há mais de três meses. Ontem, a diretora da escola, Alexandra Cristina Palmeiras, culpou a empreiteira pelo atraso na execução do serviço. "Sempre há uma desculpa de que está faltando algum material ou documento", reclamou a diretora.

A dona de casa Vera Lúcia de Oliveira, 39, mora no bairro Menezes, próximo à instituição de ensino, onde seus dois filhos, de 7 e 15 anos, estudam. Embora apoie a medida da Vigilância Sanitária, ela está preocupada. "Essa interdição vai pegar muitos pais de surpresa, mas era necessária. Nossos filhos não podem estudar em uma área como essa. A gente quer que as crianças frequentem um local decente. Da forma que está elas correm riscos", reclamou. Com a interdição, não há prazo para início das aulas. A expectativa da direção da escola é que o ano letivo seja iniciado na segunda-feira.Algumas intervenções - como a pintura da parte externa da escola e a limpeza das salas de aulas - começaram a ser executadas ontem.

Promessa

Moradores da Vila Itaú pedem transporte escolar

O início do ano letivo está sendo de indecisão para os pais dos alunos da Escola Municipal Cecília Meireles, na Vila Itaú, em Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte. Os pais reclamam falta de transporte para os alunos que tiveram que ser remanejados para outras escolas da região. A vila em que a escola fica será desabitada por causa de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), e por isso os alunos foram transferidos. Segundo relatos dos pais, as escolas para as quais os alunos foram transferidos são longe da Vila Itaú e a prefeitura ainda não havia informado se vai fornecer transporte.

O secretário municipal de Educação, Lindomar Diamantino, disse que a prefeitura disponibilizará um ônibus para levar os 92 estudantes até a Escola Municipal Lígia Magalhães. Os alunos devem pegar o ônibus em frente à antiga escola.

(Natália Oliveira/Especial para O TEMPO)