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domingo, 14 de julho de 2013

"As vantagens de ser invisível" (indicação)

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Por Elen Martins
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Minha opinião sobre "As Vantagens de ser Invisível"
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1- Demorei a ver, mas deixei reservado por causa dos trabalhos anteriores dos atores principais que gostei muito como “Efeito Borboleta, Precisamos falar sobre Kevin e Harry Potter”.
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Não achei pesado, não achei que seja um filme de romance como muitas pessoas são induzidas a ver e depois não gostam do filme. É um filme mais sobre amizade e tem uma... forma mais leve para dar início a grandes discussões em grupo sobre a fase de transição da vida colegial para universitária. Pode ser apresentada de pais para filhos, de professores para alunos ou mesmo em grupo de amigos. Com seus alunos, não sei qual matéria seria mais prudente apresentar... Porque este filme mostra diversos problemas que qualquer jovem pode passar nesta fase: bullying, homossexualismo, aborto, abuso sexual,suicídio, interação social, entre outros.
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2- Séria ótimo se aqui no Brasil as nossas escolas pudessem disponibilizar “uma cópia de um livro literário” para leitura dos alunos, eu já teria outra visão do mundo nesta faixa etária.Grandes clássicos.Como sempre vejo em muito s filmes.
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3- Fui até “a baixo e além” hahaha jurando que já tinham postado sobre este filme e desisti de procurar e fazer uma postagem nova, apenas foi bom porque desenterrei alguns postes antigos interessantes e vi todas às criticas possível de outros.
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4- Qualquer filme que tenha músicas do Bowie e Smith são inspiradores.
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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Papel principal: Conheça 12 filmes em que a Educação é protagonista


De ficção a documentários, as obras retratam diferentes realidades escolares

Carolina Vilaverde - Da Redação do Todos Pela Educação


O professor não é um grande ator apenas na sala de aula: em filmes e documentários, a profissão assume papel de destaque. O Todos Pela Educação selecionou 12 obras que contam histórias de docentes dedicados, discutem a importância do magistério e falam do complexo processo do ensino-aprendizagem. Confira os filmes abaixo e, se você conhecer outros bons exemplos da Educação no cinema, deixe seu comentário aqui.


Filmes:


As Melhores Coisas do Mundo

Um adolescente de 15 anos, cujo apelido é "Mano", precisa aprender a lidar com o bullying e com as reações de colegas, no momento em que seus pais estão se separando. O local principal da trama é a escola, palco para debates sobre a iniciação sexual, o amor entre aluna e professor, a democracia no ambiente do ensino, entre outros. A obra pretende retratar os dilemas dos jovens na perspectiva deles.
Ficha técnica
Direção: Laís Bodanzky
Duração: 107 min
Ano: 2010
País: Brasil


Entre os Muros da Escola

Baseado em livro homônimo, o filme mostra as experiências do professor de literatura François Marin em uma escola de Ensino Médio, localizada na periferia de Paris. O docente tenta estimular os estudantes, mesmo tendo que lidar com o descaso dos alunos. A obra foi indicada ao Oscar 2009 de Melhor Filme Estrangeiro e ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes 2008.

Ficha técnica
Direção: Laurent Cantet
Duração: 128 min
Ano: 2007
País: França


Escritores da Liberdade

Uma professora tenta combater um sistema deficiente e fazer com que a sala de aula faça a diferença na vida de seus alunos, criados em meio à violência e à agressividade. Por meio de diários, os adolescentes escrevem suas histórias e têm a chance de ter uma voz própria. O longa foi inspirado em eventos reais, relatados pela professora Erin Gruwell e seus alunos no livro "O Diário dos Escritores da Liberdade".

Ficha técnica

Direção: Richard LaGravenese
Duração: 123 min
Ano: 2007
País: Estados Unidos


Pro Dia Nascer Feliz

O documentário mostra as situações que o adolescente brasileiro enfrenta nas escolas, envolvendo casos de preconceito, violência e também de esperança. São apresentados jovens de três estados do País, de classes sociais diferentes, que falam de suas vidas na escola e contam seus projetos, sonhos e inquietações.

Ficha técnica
Direção: João Jardim
Duração: 88 min
Ano: 2006
País: Brasil

O Sorriso de Mona Lisa

O filme conta a história de uma recém-graduada professora, interpretada por Julia Roberts, que consegue emprego em um tradicional colégio feminino para lecionar história da arte. Incomodada com o conservadorismo do colégio, que educa as melhores e mais brilhantes jovens mulheres do Estados Unidos para serem esposas cultas e respeitáveis mães, ela decide lutar contra as normas e inspirar suas alunas a enfrentarem os desafios da vida.

Ficha técnica
Direção: Mike Newell
Duração: 117 min
Ano: 2003
País: Estados Unidos


O Clube do Imperador

William Hundert é professor de uma escola preparatória para rapazes que recebe como alunos a nata da sociedade americana. Lá, Hundert dá lições de moral, por meio do estudo de filósofos gregos e romanos. Com a chegada do rebelde filho de um senador, que questiona a importância das aulas de Hundert, o professor vê sua rotina perturbada. Apesar da rebeldia, o docente tenta aprender a lidar com o estudante.

Ficha técnica
Direção: Michael Hoffman
Duração: 109 min
Ano: 2002
País: Estados Unidos


Nenhum a Menos

Quando o professor da escola primária de um pequeno vilarejo tem que se ausentar durante um mês, a única opção para substituí-lo é uma menina de 13 anos. Antes de partir, ele recomenda à garota que não deixe nenhum aluno abandonar a escola durante sua ausência. Pouco mais velha do que seus alunos, ela sente dificuldades para dar aula e manter os estudantes na escola. Um deles foge em busca de trabalho para ajudar no sustento da família, e a jovem professora decide ir atrás para trazê-lo de volta.

Ficha técnica
Direção: Yimou Zhang
Duração: 106 min
Ano: 1999
País: China


Mr. Holland: Adorável Professor

Para ter mais dinheiro e poder se dedicar a compor uma sinfonia, um músico decide começar a dar aulas. Ele é obrigado a encarar o desinteresse dos alunos pela música, e as coisas se complicam quando sua esposa dá à luz uma criança surda. Para conseguir pagar os estudos e o tratamento médico do filho, o professor se envolve cada vez mais com a escola e acaba deixando de lado seu sonho de se tornar um grande compositor.

Ficha técnica
Direção: Stephen Herek
Duração: 140 min
Ano: 1995
País: Estados Unidos


Madadayo

Trata-se da história de um professor universitário que se aposenta depois de 30 anos lecionando. Tendo conquistado o respeito e a admiração de seus alunos com seu humor e carisma, ele recebe uma homenagem todos os anos. Sempre na data de aniversário do professor, os ex-alunos se reúnem e perguntam ao mestre "Mada kai?" ("Pronto?"), ao que ele responde com "Madadayo!" ("Ainda não!"), demonstrando o desejo de que o mestre seja eterno.

Ficha técnica
Direção: Akira Kurosawa
Duração: 134 min
Ano: 1993
País: Japão


Meu Mestre, Minha Vida

O professor Joe Clark é convidado a assumir o cargo de diretor em uma escola de Nova Jersey, marcada por casos de disputas entre gangues e tráfico de drogas. Autoritário, o docente decide fazer uma verdadeira revolução no colégio, que é considerado um “caldeirão de violência”. Com seu método nada ortodoxo, ganha alguns admiradores, mas também muitos inimigos.

Ficha técnica
Direção: John G. Avildsen
Duração: 104 min
Ano: 1989
País: Estados Unidos


A Sociedade dos Poetas Mortos

Em 1959, o novo professor de literatura de uma escola preparatória tradicional (interpretado por Robin Williams) entra em choque com a rígida direção do colégio por causa de seus métodos pouco comuns, que estimulam os alunos a pensarem por si mesmos e a perseguirem suas paixões individuais. O filme foi vencedor do prêmio de Melhor Roteiro Original no Oscar 1990.

Ficha técnica
Direção: Peter Weir
Duração: 128 min
Ano: 1989
País: Estados Unidos


Ao Mestre com Carinho

Mark Thackeray é um engenheiro desempregado que decide dar aulas no bairro operário de East End, em Londres. O novo professor tem que enfrentar uma turma cheia de alunos desinteressados e indisciplinados, que fazem de tudo para que ele desista de sua missão de ensinar. Mesmo assim, o professor consegue resultados importantes. Ao receber um convite para voltar para a engenharia, Mark tem de decidir se continua ou não no magistério.

Ficha técnica
Direção: James Clavell
Duração: 105 min
Ano: 1967
País: Inglaterra


Fonte: Todos pela Educação

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

TROPA "DA" ELITE 2 - o retorno

Lúcio Alves de Barros*

O filme "Tropa de Elite 2 - O inimigo agora é outro", clara continuidade do primeiro, é um chute daqueles no estômago da elite política e policial do Rio de Janeiro e do Brasil. Na verdade, ele não vai muito longe do que já sugeria o primeiro. Do traficante, que expulsou no final da década de 60 a boa gente dos morros cariocas, a ponto de optar pela vida da maresia garantida pela polícia, o segundo longa metragem de José Padilha, atinge em cheio o coração do estado de direito, chegando às barbas do legislativo e do executivo sedentos de votos e, por consequência, poder.

O longametragem traz novamente como protagonista o famigerado, teimoso e curado da síndrome de pânico, capitão Nascimento, interpretado por Wagner Moura, agora em sua versão de "coronel Nascimento". Dez anos mais velho e maduro ele aparece logo no início dessa jornada passando mal bocados devido a uma rebelião na penitenciária de segurança máxima Bangu 1. Como punição, ao contrário do seu pupilo "Matias" (André Ramiro) - expulso do Bope -ele "cai para cima" e recebe uma promoção passando - na realidade - a ser uma espécie de comandante geral do BOPE. Neste lugar ele monta uma verdadeira célula de guerra contra o tráfico e carrega a difícil função de reorganizar e canalizar recursos para o Batalhão de Operações Especiais. Aos poucos o cinéfilo mais atento vai percebendo que o Batalhão de outrora perde a centralidade da tela e, já como Subsecretário de Inteligência de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, o coronel Nascimento descobre que atirou no próprio pé. Ao armar até os dentes o BOPE, com o caveirão aparecendo como figura privilegiada da "metáfora da guerra" junto com um helicóptero a abater bípedes humanos, Nascimento custa a perceber que abriu caminho ou "limpou a área" para uma nova roupagem do crime, tão ou mais violenta que a dos traficantes, a polícia corrupta travestida de milícia que rouba o espaço público e privatiza as favelas, hodiernamente, chamadas de zonas quentes de criminalidade ou periferia pobre.

Os policiais corruptos pulam de um lado ao outro na máquina governamental. Na tela, tanto o executivo como o legislativo se rendem ao "canto da sereia" da mídia e ao chamado populismo barato dos senhores do pedaço. Digo dos novos personagens milicianos que tomam a cena cobrando aluguéis, auxílios e apoio eleitoral àqueles que podem de uma forma ou de outra, manter as coisas tal como elas deveriam aparecer.

Longe do tráfico e com os tentáculos no lugar as milícias desenvolvem um sofisticado aparato de segurança privada movida a dinheiro e violência, de quebra, auxiliam sem maiores constrangimentos os políticos da ocasião os quais não deixam na lente de Padilha de ostentarem fortuna, luxo, mulheres e a boa vida.

A metralhadora do cineasta não é seletiva. Ela vai se descarregando para tudo quanto é lado. A morte do amigo leva Nascimento a buscar a verdade. Nas escutas que leva a efeito como chefe de inteligência descobre que além da responsabilidade da morte de Mathias, a milícia providenciou com requintes de crueldade a morte de dois jornalistas que, para um bom observador, representam o calar dos mecanismos midiáticos nacionais em torno de fenômenos tão ostensivos.

O "herói" Nascimento, acostumado a matar aos montes os bobos do tráfico, aos poucos vai se rendendo ao grande poder que está em sua frente. Após deter a morte do deputado (interpretado por Irandhir Santos) que passou a denunciar as milícias e seus comparsas e também de ver cair nesse meio o próprio filho Rafael (o estreante Pedro Van Held), Nascimento, em uma emboscada não aparece desacompanhado e se livra por pouco da morte. Fato este que lhe enche de coragem para denunciar a "banda podre" da polícia e da política corrupta no Rio de Janeiro. Suas palavras são duras e acertadas no peito do deputado miliciano sem lugar e corajosamente joga a esperança de um final feliz na segurança pública no microondas recheado de corpos desde o primeiro filme. Na CPI, encontramos um coronel cansado, mas assertivo, corajoso e cheio de vigor ao denunciar que a maioria dos políticos presentes naquele plenário deveria estar atrás das grades. E vai mais longe ao afirmar que a polícia do Rio de Janeiro deveria acabar revelando que o problema da criminalidade, da violência e do tráfico de drogas é muito mais complexo do que se pensava anteriormente. É óbvio que estamos no campo da ficção, mas não creio que diante de tantas notícias e acontecimentos no mundo real estamos distantes da realidade. E a realidade sugerida por Padilha é que a violência, a criminalidade e a corrupção na polícia, agora em franca associação com as autoridades, é mais do que uma pauta que se desenvolve sem muitas adequações. Talvez ela receba - como dito - outros personagens, tão ou mais fortes que os comandantes de outrora. Em tela, o poder se materializa em um governador conivente, em deputados ambiciosos, policiais assustadores e gerentes de polícia desqualificados, promíscuos e sem escrúpulos.

José Padilha talvez mereça todos os cumprimentos devido a sua coragem e talento. Neste, ao invés de culpar o que hoje chamamos de classe média pelo desastre das drogas e pelo financiamento do tráfico, ele acordou ou foi avisado pelos autores do livro que a questão da segurança pública é "campo minado" e cheio de surpresas nos quais os policias (especialmente os de baixa patente) nada mais são do que a ponta frágil e mortal do iceberg da corrupção no Estado quando ela se mistura com a segurança pública. Padilha sobe em ombros de gigantes (digo dos autores do livro "Elite da Tropa 2", Ed. Nova Fronteira - Luiz Eduardo Soares, Cláudio Ferraz e Rodrigo Pimentel) e observa um "brasil" desconhecido por muitos, notadamente, aquele no qual os políticos e as autoridades usufruem descaradamente e sem nenhuma vergonha ou inteligência de diversas situações no intuito de ganhar dinheiro e poder, mesmo que para isso o "crime desorganizado" precise se tornar organizado sem a mínima necessidade de esconder do público/vítima a corrupção, a crueldade, a violência e a matança.

* Professor de sociologia e antropologia na UEMG.
+ de seus textos na tag #LúcioBARROS.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

EM CARTAZ...

FILME: O Pequeno Nicolau (Lê Petit Nicolas - França 2009)

Garoto muito amado pelos pais leva uma vida tranquila até o dia em que ouve uma conversa entre eles que o faz pensar que sua mãe está grávida.

Gênero: Infantil
Duração: 1h31
Classificação: livre
Direção: Laurent Tirard
Elenco: Kad Merad, Maxime Godart, Valérie Lemercier

Belas Artes 2
Endereço: Rua Gonçalves Dias
Capacidade: 129 lugares.
Horários: (15h15(*), 17h15, 19h15 e 21h15). (*) Sessões dubladas.
Telefone: (31) 3252-7232.
Preços: Quarta-Feira: R$ 10,00 - Segunda, terça, quinta: R$ 12,00, sexta a domingo e feriados: R$ 14,00.


+ Infos: AgendaBH - http://www.agendabh.com.br/cinema_detalhes.php?CodEve=4499

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

DICA PARA O FIM DE SEMANA...

Cinema: ELEFANTE
por Lúcio Alves de Barros

A longametragem "Elefante" mostra a latente violência existente em uma escola localizada no subúrbio de Portland (estado norte-americano de Oregon). A pequena e pacata cidade é tomada, em primeiro, pela agressividade e depois pela violência e criminalidade aberta. É sempre assim, de onde menos se espera acontece alguma coisa. O filme de Gus Van Sant tem por fundamento os mesmos argumentos que "Tiros em Columbine" do polêmico Michael Moore. A narrativa explora os acontecimentos que resultaram no assassinato de 14 jovens e um professor em Columbine High School (em 1999) por dois estudantes. Dois estudantes que antes "normais" se enfurecem diante da vida e projetam nos amigos(as) as angústias da existência. É perigoso diminuir a grande magnitude do filme nestas poucas palavras, mas o longametragem de Gus Van Sant é quase romântico e não segue o mesmo caminho do documentário de "Tiros e Columbine". Sob outra perspectiva, também não o chamaria de "drama", mas de um filme realista que revela os bastidores da escola, notadamente, da vida dos estudantes que, de uma forma ou de outra, estavam ligados à tragédia. A narrativa do autor, contudo, se revela instigante, pois revela o mal-estar destes tempos modernos e como é difícil entender a teia de relações nas quais os estudantes estão sempre a perambular neste grande espaço de ilusão e desencantamento que se tornou a sociedade excludente do mercado. Talvez mais que isso, sem sensacionalismo e com uma velocidade diferente das imagens comuns do cinema norte-americano, o cineasta joga um balde de água fria nas vidas esquecidas dos adolescentes e jovens que estão a entrar na guerra de todos contra todos. Os jovens descartáveis de Gus Van tocam o espírito de quem ainda acredita no prazer desmedido, nas coisas fúteis, na vida baseada nas aparências, no supérfluo e no cotidiano cheio de compras e mais compras do “American way of life”. Vela à pena assistir.

Gênero: Drama
Duração: 81 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2003
Diretor: Gus Van Sant
Distribuidora: HBO Films