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sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Antes que seja tarde...

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Organizações internacionais se manifestam contrárias à redução da maioridade penal no Brasil.
Após incidência política da Anced/Seção DCI e Renade, organizações internacionais se manifestam contrárias à redução da maioridade penal no Brasil.
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Leia mais: www.carinhodeverdade.org.br/releases/ler/690
Foto: Centro de Defesa da Criança e do Adolescente

sexta-feira, 15 de maio de 2015

VIOLÊNCIA NA ESCOLA, NÃO SE CALE. DENUNCIE!

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Diante dos debates, relatos e denúncias sobre a violência contra as(os) Trabalhadoras(es) em Educação da Rede Municipal de Ensino de Belo Horizonte (RME/BH), reforçados tanto nas Plenárias de Representantes de Escola e UMEI quanto nas Assembleias da Educação, a Diretoria Colegiada do Sind-REDE/BH criou este espaço com o objetivo de reunir dados que possam orientar as nossas ações políticas e exigir do poder público em Belo Horizonte a constituição de um protocolo de enfrentamento e de combate à violência escolar, bem como exigir da Prefeitura de Belo Horizonte a implementação de uma política pública de proteção e acompanhamento psicossocial das(os) Trabalhadoras(es) vítimas de violência.

Esta situação merece uma atenção especial, visto que recentemente o Brasil foi considerado o país com o maior número de casos de violência contra professores, de acordo com a pesquisa divulgada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Não se cale, pois este não é um problema seu, é um problema nosso!
Somos parte de uma REDE que não se rompe e nem se deixa abater!

Para enviar a denúncia preencha o formulário abaixo. Ou pode enviá-la para o e-mail: sindredefaleconosco@gmail.com «com nome, e-mail, escola, regional e relato da situação».

Manteremos em sigilo absoluto a sua identidade e os seus dados.

Diretoria Colegiada do Sind-REDE/BH
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terça-feira, 29 de julho de 2014

Campanha de combate ao bullying nas escolas

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados pretende obrigar as Escolas brasileiras a realizar campanhas contra o bullying.
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A proposta, aprovada na última quarta-feira pela Comissão, é que sejam realizadas ações anuais, com duração de uma semana em todos os estabelecimentos do Ensino fundamental e Médio do País. Se aprovada nos trâmites seguintes — como a Comissão de Constituição e Justiça —, a campanha começaria na primeira quinzena de abril de 2015. De acordo com a proposta, caracteriza-se como bullying qualquer prática de violência física ou psicológica, intencional e repetitiva, que ocorra sem motivação evidente, praticada por um indivíduo ou grupo de indivíduos, contra uma ou mais pessoas.
A prática deve ainda ter como objetivo intimidar, agredir fisicamente, isolar, humilhar, ou ambos, causando dano emocional ou físico à vítima, em uma relação de desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas. "O termo bullying designa os atos de violência física ou psicológica, intencionais e praticados por um indivíduo ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa incapaz de se defender", esclareceu o Professor e psicólogo Breno Rosostolato.
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Pela proposta, a campanha será feita por meio do esclarecimento dos aspectos legais, sociais, psicológicos e éticos que envolvem a prática e o desenvolvimento de atividades educacionais e informativas, para conscientização de suas causas e consequências. Para o Professor, o papel da Escola também é fundamental, pois é necessário, além de identificar os autores, intervir imediatamente se houver esse tipo de agressão gratuita. "Quanto mais cedo for identificado, mais eficazes serão os métodos de intervenção contra o ciclo conflituoso. A Escola deve ainda convocar uma reunião com os pais dos Alunos envolvidos", orienta Breno.
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O Professor alerta ainda que o combate ao bullying não depende apenas das Escolas. Para ele, a atenção dos pais é essencial para identificar se o filho está sofrendo bullying na Escola. Para se caracterizar o bullying, as agressões devem ser frequentes, a criança passa por situações que causam dor ou sofrimento todos os dias. "Desculpas para não ir à Escola, choro, ansiedade e agitação são os sinais mais evidentes de que a criança está passando por dificuldades", afirma ele.
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